Quando éramos crianças imaginávamos ter superpoderes. Você se lembra qual era o seu?

O meu era o poder de teletransporte.

Já com 7 anos entendia que havia outros lugares no mundo os quais eu estava ansiosa para conhecer, e que se caracterizavam por uma cultura e uma língua diferentes.

Foi assim que despertou em mim a curiosidade pelos idiomas e tudo o que implica mergulhar em outras culturas.

Essa paixão me levou a uma busca constante, até que finalmente encontrei meu lugar ao fazer parte de uma equipe de tradução, com um propósito que ressoava profundamente em mim: pessoas totalmente diferentes, mas com a mesma paixão por levar o conhecimento para além das fronteiras.

A partir do lugar que ocupo nessa equipe, posso afirmar que, para mim, é um prazer e uma motivação constante o ato de traduzir. Porque não se trata apenas de palavras, frases e idiomas, mas de exercitar nosso superpoder quebrando barreiras ao traduzir sonhos, visões e metas.

E, embora quando criança sonhasse em me teletransportar, nunca imaginei que esse superpoder se tornaria realidade de outra maneira: possibilitando que outros o fizessem. Cada vez que alguém acessa uma ideia, um texto um conteúdo em sua língua graças ao nosso trabalho, sei que o estamos levando de mãos dadas para outro lugar do mundo. Isso, para, é magia real.

Derrubar fronteiras é um ato profundamente humano, porque, quando chega um novo conhecimento, nasce uma nova oportunidade.

Cesia Bravino

Graduada em Nutrição e especializada em Coaching Cognitivo-Comportamental. Apaixonada pelo ensino e pela comunicação, encontrou na tradução uma forma de nutrir o desenvolvimento humano. Hoje, faz parte da equipe do Pecege, derrubando fronteiras e levando conhecimento aonde mais é necessário.

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